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O AEROPORTO DE LISBOA

  • Foto do escritor: DRCA
    DRCA
  • 28 de set. de 2022
  • 1 min de leitura

Por René António Cordeiro - Membro da Ordem dos Economistas nº 56


Diz-me a experiência que, muito frequentemente, a hesitação na tomada de uma decisão – no caso em apreço, quando uma decisão demora 50 anos a ser tomada – indicia que a situação que dela aparentemente carece talvez, na realidade, dela não precise. Uma das evidências desta hesitação, ou vacilação entre as opções que vão surgindo, consiste em nos perdermos nas entranhas da sua formação, repetindo-a vezes sem conta. Sem prejuízo de a “voz do povo” ir adiantando razões ditadas por interesses particulares dos agentes envolvidos.

Partindo desta premissa, e acreditando que a causa da necessidade do novo aeroporto de Lisboa é o excesso de carga relativamente à capacidade instalada, deixo uma interrogação que espero seja fundamentadamente respondida:

Por que não manter o aeroporto de Lisboa onde está, apenas destinado à operação das companhias de bandeira, e transferir a operação das companhias de baixo custo para Beja?

Esta solução permitiria uma implementação quase imediata, libertando recursos (escassos) para o desenvolvimento económico do país e promoção da competitividade das nossas empresas e promoveria o desenvolvimento das soluções necessárias ao transporte dos passageiros para os seus destinos.

 
 
 

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